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ESCOLA NÃO TEM PORTABILIDADE. NÃO MUDE DE ESCOLA, MUDE SUA ESCOLA!
DENÚNCIAS E RECLAMAÇÕES. SAIBA MAIS > CLIQUE - SEM A FISCALIZAÇÃO DOS USUÁRIOS DOS SISTEMAS PÚBLICO E PRIVADO DE ENSINO NÃO HAVERÁ QUALIDADE DOS SERVIÇOS EDUCACIONAIS.

terça-feira, 21 de julho de 2020

Webinar sobre adolescência






Adolescência está em nossa pauta!

Acompanhem, dia 22/07, às 17h, na página da ASPADF pais e alunos, no Facebook, nossa webinar abordará o tema: “Como resgatar o equilíbrio emocional do adolescente durante a quarentena”.
Estaremos com um time de especialistas para esclarecer dúvidas e ajudar-nos com boas dicas!

Thuka Mariglauce Wergermann - psicóloga e membro da Rede SAVE - @redesave 

Felipe Nascimento - Neuropsicopedagogo e professor

 Syl Wiemes - Fundadora do Instituto MindSet+12, psicanalista e coach

Dra Mônica Mulatinho - Cia do Adolescente e Família, médica pediatra especializada em adolescência - Terapeuta familiar e adolescentes




Transmissão ao vivo pelo Facebook da ASPA.
https://web.facebook.com/paisealunos

Participem conosco! Enviem perguntas!










sexta-feira, 3 de julho de 2020

Webinar dia 07/07





Convidamos a todos  a participarem desse importante debate.

Muitos questionamentos continuam sem respostas.❓

👉Precisamos nos unir pela garantia à vida, à saúde e à segurança dos nossos filhos!

Dia 7/7 
Horário 20h
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🎯Peça o link de acesso pelo e-mail: 
aspadf11@gmail.com
.
💻TRANSMISSÃO AO VIVO PELO FACEBOOK DA ASPA-DF
       https://www.facebook.com/paisealunos

Decreto GDF 40.939/2020



O Governo do Distrito Federal e o retorno das aulas presenciais – Primeiras Impressões
O Decreto 40.939/2020 liberou as atividades educacionais presenciais nas escolas, universidades e faculdades da rede pública e privada do Distrito Federal, devendo ser observados os protocolos e medidas de segurança estabelecido no art. 5º e no anexo único, constantes no referido documento.
As datas já estão estabelecidas, quais sejam: 27 de julho para as instituições de ensino da rede privada e 03 de agosto para a rede pública de ensino.
Sabemos que muitas instituições não estão preparadas para o retorno das aulas presenciais e, nesse sentido, a ASPA- DF passará a tecer algumas considerações.
A crise pandêmica em decorrência do COVID-19 é sem dúvidas uma das piores crises globais. Milhares de mortes estão contabilizadas pelo mundo. Segundo dados da UNESCO, o número de crianças e adolescentes sem aulas presenciais já passam de 1,5 bilhão.[1] 
Temos visto a incerteza e o desconhecimento quanto à melhor forma em lidar com a pandemia, as perspectivas apontam para uma vacina, mas nesse momento,  não há nada de concreto quanto à forma de tratamento ou de controle.
Inúmeras contradições são apresentadas pela própria Organização Mundial da Saúde[2]. Além disso, a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), afirmou que, na ausência de tratamentos eficazes ou na ampla disponibilidade de uma vacina, a Região das Américas pode sofrer surtos recorrentes de COVID-19, intercalados com períodos de transmissão limitada, ao longo dos próximos dois anos.[3]
A decisão dada pelo Governador, logo após a declaração da OMS quanto a pandemia, foi prudente, contudo, ninguém estimava por quanto tempo poderia se estender e agora há a necessidade de adoção de outras medidas.
Com o novo Decreto de 2 de julho de 2020, as instituições de ensino terão que cumprir os protocolos e as medidas de segurança recomendados pelas autoridades sanitárias, incluindo outras medidas específicas.
Um dos efeitos da paralização generalizada é a crise econômica. As escolas particulares foram atingidas diretamente, por exemplo, e as notícias veiculadas nos últimos dias são de demissões, reduções de jornadas de trabalhado. Dessa forma, não nos parece coerente afirmar que as escolas particulares estão preparadas para receber os alunos em meio à recessão.
Apesar das medidas elencadas pelo Governo do Distrito Federal, resta-nos saber quem está preparado para cumpri-las. Como se dará a fiscalização de tais medidas, como será o controle do distanciamento físico, da higienização do transporte público escolar?
 É preciso que o GDF esclareça algumas contradições apresentadas no Decreto, especialmente no que tange ao distanciamento físico. O artigo 5º do Decreto, estabelece 2 metros de distância, contudo no item 9 da alíneas “F” e “G”  do anexo único prevê apenas 1,5 metros. Qual determinação deverá ser seguida?
Além das medidas de segurança o Decreto, no item 19 do anexo único, estabelece a alternância entre o ensino presencial e o ensino mediado por tecnologias, sem mencionar como será na prática. Todos os alunos da rede pública de ensino têm disponibilidade de dados móveis para o prosseguimento dos estudos remoto?
 Questionamos se ficará a cargo de cada instituição de ensino estabelecer a forma de retorno. Haverá rodizio de alunos? A escola poderá decidir se iniciará a retomada por segmentos?  Qual é a data limite para o retorno de todos os alunos na modalidade presencial?
Para os alunos com problemas de saúde, aqueles que se enquadram no grupo de risco será garantido o ensino mediado por tecnologia?  A secretaria de educação já possui o cadastro dos alunos portadores de comorbidades ? Como ficarão os alunos que convivem com portadores de doenças crônicas no seio familiar?   Caso os pais prefiram permanecer exclusivamente com o uso do ensino mediado por tecnologia, terão esse direito de escolha garantido?
Em meio a dúvidas e incertezas quanto à segurança do retorno às aulas presenciais esperamos que as escolas se empenhem em cumprir com as determinações impostas pelos órgãos de saúde, bem como que elaborem projetos para conscientizar a comunidade escolar sobre os cuidados necessários.
Outros pontos específicos merecem esclarecimentos: fornecimento de máscaras para proteção individual, higienização, disponibilidade de álcool em gel 70% a todos, manutenção dos banheiros e demais locais do estabelecimento de ensino.
Como será delimitado o distanciamento e o fluxo de alunos em todos os ambientes da escola? Além de delimitar, por meio de sinalização, da capacidade máxima de pessoas nas salas de aula, bibliotecas, ambientes compartilhados e elevadores, respeitando o distanciamento mínimo obrigatório, organização dos fluxos de circulação de pessoas nos corredores e espaços abertos, evitando contato e respeitando o distanciamento mínimo.  
Como será o escalonamento de horários de intervalo, refeições, saída e entrada das aulas, bem como de horários de utilização dos ginásios, bibliotecas, pátios, etc.?
Dessa forma, esta Associação espera que os pais que precisem deixar seus filhos nas escolas encontrem ambientes seguros, a fim de que as crianças fiquem protegidas.
Por fim, esperamos que seja garantido o direito de aprendizagem por meio do ensino remoto até o término do ano letivo de 2020, aos alunos desejem permanecer nessa modalidade, seja por segurança à saúde física ou à saúde emocional.
Para que a ASPA continue dialogando com as autoridades, solicitamos aos Pais de Alunos que continuem sinalizando outras dúvidas ou necessidades, para que possamos buscar as correções junto à equipe do GDF, com propósito de permitir as conformidades necessárias.
Com isso, caso tenha interesse em encaminhar por escrito, pode fazer por meio do e-mail aspadf11@gmail.com, para que possamos avaliar concretamente como poderemos ajudar!

ASPA-DF - ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE ALUNOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO DF

Entre em contato: (61) 98383-2772 (whatsapp) – Vivo 99911- 2772



sexta-feira, 26 de junho de 2020

Reunião Pública Interativa sobre Ensino Domiciliar

Reunião pública interativa na Câmara Legislativa do Distrito Federal, acompanhem!!


Ótima oportunidade para esclarecermos dúvidas e divulgarmos como é a realidade do ensino domiciliar. Você poderá participar enviando perguntas.

Prezamos pela liberdade educacional!

Teremos os seguintes participantes:

João Cardoso – Deputado Distrital e autor do PL 356/2019 que dispõe sobre a educação domiciliar.
Leandro Vaz – Secretário de Educação
Tiago Cortinaz – Subsecretário de Educação Básica
Rick Dias – Presidente da Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED)
Anapaula Carreira – Vice-presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino no Distrito Federal (ASPA-DF)
Tuane de Castro – Presidente da Associação de Famílias Educadoras do DF (Fameduc)
Jônatas Dias – Assessor parlamentar na Câmara dos Deputados, onde atua junto da Frente Parlamentar em Defesa do Homeschooling
Rafael Vidal -  Pai educador da Fameduc
Paula – Assessora do Deputado João Cardoso
Profª Renata Fortes – Assessora do Deputado João Cardoso

Acompanhem pelo portal e-Democracia da CLDF, às 19h.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Projeto de Lei para regulamentar a prática do ensino domiciliar



Projeto de Lei para  regulamentar a prática do ensino domiciliar apresentado pelo Governador do Distrito Federal, em junho de 2020.

A Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino Público e Privado do Distrito Federal – ASPA-DF, manifesta seu apoio à legalização da prática do ensino domiciliar, conforme Mensagem de nº276/2020-GAG de 17/06/2020, SEI nº 04023-00001804/2020-15, encaminhada pelo Exmo. Governador do Distrito Federal à Câmara Legislativa, submetendo à apreciação do Parlamento Local, com Pedido de Urgência.

Defendemos que legalizar a modalidade de ensino domiciliar agrega a melhoria da educação em todos os seus aspectos, além de  garantir às famílias  que adotam a prática, conforme o que já está consagrado no artigo 206 da Magna Carta, nos incisos II e III referente à liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber; o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.

Em busca de melhor contribuir para o desenvolvimento do indivíduo, a Constituição Federal garante o direito à educação como direito subjetivo público e estabelece a parceria entre a família e o Estado em busca do mesmo propósito, qual seja, a qualidade educacional em prol da criança e do adolescente.

Inicialmente podemos qualificar o direito à educação como ramo do direito natural pois é inerente ao ser humano, e de natureza inalienável, pois nem mesmo o Estado pode retirar. Nesse contexto de direito natural há o protagonismo da família, que exerce o papel de cuidar, orientar e educar a criança desde a mais tenra idade, exercendo o papel de professores natos.

A lei determina o modo e a forma para a prática da educação como um todo, tanto a educação pública, a educação privada e agora    educação domiciliar será igualmente  positivada.

Importante esclarecer que escolher o ensino domiciliar não significa tirar a criança da escola ou a trazer a escola para dentro do lar, mas proporcionar às famílias que praticam a educação domiciliar a tranquilidade necessária para o desempenho da missão que o ensino domiciliar se propõe, respeitando os limites da criança dentro de suas capacidades e habilidades, além de conduzi-la a  ser autodidata, sem a forma massificada que as escolas tratam.

Ao longo dos últimos anos a educação domiciliar tem conquistado milhares de  famílias em todo território nacional, basta uma visita ao sítio da ANED – A Associação Nacional de Educação Domiciliar, ANED, pelo link www.aned.org.br  

Nos Estados Unidos e em outros 65 países, como Austrália, Chile, Finlândia, Irlanda, Portugal, dentre outros, a prática do ensino domiciliar é legalizada e bastante comum entre as famílias e a escolha se dá por diversas causas, incluindo questões de saúde das crianças.

Em momento de pandemia em que as famílias se encontram imersas em seus lares nada mais oportuno que a legalização da prática do ensino domiciliar no Distrito Federal.

Apoiamos o pedido de urgência e aguardamos essa conquista para as famílias educadoras!
ASPA-DF - ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE ALUNOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO DF
Entre em contato: (61) 98383-2772 (whatsapp) – Vivo 99911-2772 –Youtube: http://www.youtube.com/aspadf  | Facebook http://www.facebook.com/aspadf | Twitter:  @aspadf | www.aspadf11.org.br

O link abaixo o levará ao vídeo do Canal da ANED, gravado em 09/06/20, que esclarece o cenário atual da Regulamentação do Homeschooling no Brasil.

https://youtu.be/shK6JyTq-6A

quarta-feira, 10 de junho de 2020



WEBINAR : "O ENSINO A DISTÂNCIA nas escolas particulares e públicas – experiências, desafios e Perspectivas”






Participem conosco em nossa página  https://www.facebook.com/paisealunos/

Nossas convidadas:

Prof(a) Catia Martins – Consultora Educacional – Pós-PhD em Políticas Linguísticas
Prof(a) Lucimara Morais – Pedagoga e Mestre em Gestão de Políticas da educação básica
Prof(a) Heloísa de Lima – Pedagoga e Mestre em Educação Infantil em escola chinesa


🎯 incentivo no fortalecimento dos vínculos educacionais;

🎯 desafios para manter a qualidade das atividades educacionais oferecidas em plataforma virtual;

🗓10/06 - quarta-feira das 18:30 até 20:00 (horário de Brasília)

ao vivo / on-line
GRATUITO
Educação remota e a distância na Educação Infantil e Básica

👉🏻Realização :
ASPA- DF

️ Marque presença
Venha participar, convide seu time e divulgue em suas redes👊 Pais de Alunos, Educadores e Escolas! Temas pertinentes ao momento que estamos vivendo. 

👉🏻 Enviem suas perguntas e dúvidas para que possam ser respondidas pelas convidadas, para o e-mail: aspadf11@gmail.com

🖥️Transmissão ao vivo pelo Facebook:






terça-feira, 26 de maio de 2020



 Workshop : “A COVID-19 e o retorno às aulas: paradigmas de negociação dos conflitos para a Comunidade Escolar”

 🎯  Incentivo na adoção de práticas negociadas no ambiente escolar

🗓29/05 - sexta - feira de 16h até 18h (horario de Brasilia)⏰

✅ ao vivo / on-line
✅ GRATUITO
✅ Conflitos no Setor Educacional

👉🏻Participantes :

⏺ASPA- DF
⏺INBAN
⏺DEFENSORIA PÚBLICA DF
⏺MPDFT
⏺SINPROEP
⏺TJDFT

⚠️ Marque presença ⚠️
Venha participar, convide seu time e divulgue em suas redes👊

➤ Pedimos que enviem as perguntas antecipadamente para o e-mail: aspadf2011@gmail.com

🖥️Transmissão ao vivo pelo Facebook:

https://www.facebook.com/paisealunos/




domingo, 24 de maio de 2020




A Pedagoga Lucimara Morais  compartilha conosco e com nossos visitantes parte de sua experiência na área da educação, desde a declaração da pandemia, pela OMS.

Segue:


                 O ano de 2020 marcará  a nossa história  de uma forma peculiar. A vida corrida, o estudo, o trabalho, a rotina e a liberdade sofreram profundas mudanças. Tudo isso em função de uma pandemia e das medidas de prevenção elaboradas na tentativa de preservar vidas.
                 Em março, quando as escolas brasileiras iniciaram o processo de suspensão das aulas presenciais,  aqui na Itália as perdas eram incontáveis. Um lockdown rigoroso fora decretado na tentativa de conter a disseminação do vírus.
                 Dentro desse contexto, absolutamente novo e inesperado, mantive contato com coordenadores, famílias e professores do Brasil que relatavam as dificuldades próprias do momento. Como reagir? E as aulas mediadas pela tecnologia? E como manter a interação entre estudantes e professores? E a relação escola e família?
                 Para contribuir um pouco e ajudar professores e famílias do Brasil me reuni com colegas, mães e pedagogas que estavam vivendo a mesma situação em outros países. Essas trocas de experiências nos ajudaram a enxergar possibilidades, a sonhar dentro do possível e a perceber que a escuta do outro é um valioso instrumento de direção diante das incertezas. 
                 Esse percurso está à disposição no perfil do @pedagogiaspelomundo e tem auxiliado famílias e escolas na compreensão dos desafios impostos pela suspensão das aulas presenciais.
                 Compartilhei com a ASPA- Associação de Pais e Alunos do Distrito Federal no sentido de fortalecer esse movimento de solidariedade e de  busca de compreensão desse contexto.

Lucimara Morais
Ms em Gestão de Políticas Públicas da Educação Básica

@pedagogiaspelomundo



sexta-feira, 22 de maio de 2020

Pais temem volta às aulas: 23% dos alunos são do grupo de risco da Covid-19

Metrópoles

Pais temem volta às aulas: 23% dos alunos são do grupo de risco da Covid-19

Pesquisa ouviu pais de estudantes de escolas públicas e particulares do DF e constatou medo entre aqueles com crianças mais vulneráveis. LEIA NA ÍNTEGRA>

Photo by Annie Spratt on Unsplash
ENTENDA A QUESTÃO:

A ASPA-DF, por seu Presidente, o advogado Alexandre Veloso,  havia requerido ao Conselho de Educação do DF (CEDF) que estudantes do grupo de risco continuassem a ser assistidos com educação domiciliar, na volta às aulas.  


A Promotoria de Defesa da Educação (PROEDUC/MPDFT) expediu Recomendação ainda mais ampla, assegurando não só o direito de ficar em ensino domiciliar aos estudantes com risco pessoal, mas também no caso de o estudante morar com familiares/responsáveis que estejam no grupo de risco.

quarta-feira, 20 de maio de 2020

RETORNO DAS ESCOLAS SOMENTE EM AGOSTO, DIZ IBANEIS ROCHA!

GOVERNADOR IBANEIS ROCHA DÁ A PALAVRA FINAL. 


O retorno das aulas somente em agosto, se houver condições e segurança. Essa confirmação feita hoje pelo Governador traz um alívio e segurança aos pais de alunos. A ASPA observou nessas últimas semanas o comportamento dos pais com relação ao tema. A maioria está insegura com o retorno das aulas em meio aos riscos de contágio da Covid 19.

Espera-se agora que a Secretaria de Educação envide esforços para começar as aulas online nas escolas públicas e que as escolas particulares continuem a melhorar o serviço que está prestando e que tem agradado a grande maioria dos pais, conforme consulta/enquete feita pelo SINEPE-DF recentemente.  

Veja a repercussão da Nota da ASPA imprensa:

20/05/2020


METRÓPOLES

GDF só pensa em reabrir escolas a partir de agosto, caso seja seguro

"O governador tem dito que as escolas serão as últimas atividades a voltar, por recomendação da Saúde", disse o secretário de Educação.Clique>.






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terça-feira, 19 de maio de 2020

RESULTADO ENQUETE DO SINEPE



Nota aos Pais

 QUEM GARANTE QUE O MÊS DE JULHO É SEGURO PARA O RETORNO?

          A ASPA DF, Associação de Pais e Alunos do Distrito Federal tomou conhecimento do resultado da pesquisa elaborada pelo Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF e compartilhada com determinado número de pais de alunos de escolas particulares do Distrito Federal.
        A enquete considerou como datas prováveis para o retorno das atividades os meses de maio, junho e julho. A maioria dos respondentes assinalou a última opção como sendo a mais adequada, qual seja o dia 15 de julho de 2020.
      Cabe esclarecer que esta Associação reafirma o seu posicionamento no sentido de apoiar o retorno às aulas mediante o respaldo técnico-científico e sanitário, proveniente dos órgãos governamentais competentes do Distrito Federal, a fim de manter o maior nível de segurança e de integridade física para toda a comunidade escolar, em especial para o grupo de risco.
         Acreditamos, por óbvio, que a escolha da maioria dos pais em optar pelo mês de julho foi tão somente pelo fato de ter sido a opção mais distante do presente momento. Por que não retornar em agosto? Ou mesmo em setembro? Seria a opinião pública da comunidade escolar suficiente para garantir o melhor momento para a retomada?
      O resultado obtido por meio dessa pesquisa pode oferecer às autoridades a falsa impressão de que os pais desejam determinar a data do retorno às atividades, sem, contudo, considerar a possível manutenção da quantidade elevada de casos da doença.
        Apesar de louvável, a busca pelo conhecimento da opinião da comunidade escolar não pode imputar às famílias o peso desta importante decisão, visto que muitos só tem acesso às informações divulgadas pelos órgãos de comunicação.
         Gostaríamos de indagar ao SINEPE se foi levantado o quantitativo exato das pessoas da comunidade escolar que integram algum grupo de risco. Outro aspecto a ser considerado trata-se da necessária adequação das medidas sanitárias, a fim de protegê-los por ocasião do retorno às aulas
A ASPA defende que as escolas estabeleçam protocolos de segurança sanitária, quando a data for definida pelas autoridades, ainda assim, seja garantido o ensino remoto para aqueles que não tiverem plenas condições de retorno, sem prejuízo do ano letivo.
Foi verificado que a pesquisa realizada não abordou outro aspecto deveras preocupante para todas as famílias, qual seja, se os pais entendem ser pertinente desconto nas mensalidades durante o período em que houver atividades remotas, observando as particularidades de cada contrato.
Por fim, ratificamos que o momento é de união de esforços para que possamos atuar como agentes de fiscalização, não apenas em relação à qualidade do ensino que está sendo ofertada, mas principalmente no que diz respeito à proteção integral dos nossos filhos e de toda a comunidade escolar!


ASPA-DF - ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE ALUNOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO DF

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domingo, 17 de maio de 2020

NOTA PÚBLICA - RETORNO ÀS AULAS


Nota – Momento de Retorno às aulas presenciais –

A ASPA-DF - “Associação de Pais de Alunos do Distrito Federal” é uma entidade de interesse social sem fins lucrativos, apartidária e que luta pela defesa dos usuários dos ensinos público e privado, da creche à universidade. Foi instituída pela CONFENAPA - Confederação Nacional das Associações de Pais e Alunos, em setembro de 2011.
Nossa missão é pautada na busca por uma educação de qualidade e que acolha todas as classes da sociedade. Como Entidade de interesse social, nos termos da legislação, com legitimidade para atuar nos interesses coletivos e difusos que envolvem a defesa do direito à educação de seus associados e também não-associados.

quarta-feira, 22 de abril de 2020

NOTA PÚBLICA VOLTA ÀS AULAS



NOTA PÚBLICA

A Associação de Pais de Alunos das Instituições de Ensino do DF – ASPA-DF - vem a público declarar seu apoio aos pais de alunos das escolas públicas/privadas e cívico-militares neste momento que o GDF estuda o retorno às aulas em junho e a antecipação em maio para algumas escolas.

Ante as incertezas em torno da pandemia do coronavírus, espera-se do Poder Público a transparência com a divulgação de informação acerca dos planos de contingência disponibilizados na capital.

Torna-se essencial a apresentação, para a comunidade escolar, de protocolo específico de conduta para cada unidade, com a necessária alteração do plano operacional das escolas, em que sejam contemplados procedimentos tais como:

       cuidados com os alunos que apresentem doenças crônicas, em tratamento contínuo, que são agravantes para a doença, ofertando a esses o ensino a distância. Para tanto é imprescindível o levantamento prévio do número desses indivíduos;

       testagem de exames para a Covid-19 e acompanhamento de alunos, professores e funcionários, além de seus respectivos familiares, de forma rotineira, já que eles se deslocarão todos os dias e estarão expostos ao vírus;

       previsão de vagas hospitalares, se assim for necessário, no caso de contágio pelo COVID-19;

       distanciamento de carteiras e procedimentos acerca do distanciamento nas áreas comuns, como nos intervalos, quando toda a escola se reúne em pátios;

       o manejo adequado junto aos proprietários de transporte escolar, que leva os alunos;

       redução do número de alunos por sala de aula;

       considere um capítulo específico de ações preventivas e profiláticas para se evitar o contágio pelo coronavírus, como a distribuição de máscaras e material de higiene e álcool em gel.

Assim, antes de voltar à efetiva abertura dessas escolas, necessário saber se há a possibilidade de o Governo prover, junto com as Secretarias de Educação e Segurança Pública, todas as medidas necessárias a fim de garantir a pais, alunos, funcionários e comunidades daquelas escolas integridade física e psicológica do grupo.

A Associação defende a necessidade das Autoridades constituídas buscarem a participação e cooperação de todos os segmentos envolvidos no processo, devendo inclusive se valer do Conselho de Governo, que tem como competência se pronunciar sobre questões relevantes suscitadas pelo Governo do DF.

Assim, esperamos que a comunidade escolar seja ouvida para que, junto com às autoridades constituídas, possamos encontrar soluções objetivas e seguras, com intuito de se buscar tranquilidade nos lares dos pais de alunos.

Como é do conhecimento, no DF a escolha dos colégios que estão sob a gestão compartilhada foi feita, inicialmente, pelo cálculo do Índice de Vulnerabilidade Escolar (IVE). Além desse índice, é feita também uma consulta à comunidade escolar para saber se ela é favorável ou não à implementação da Gestão Compartilhada.

Esta Associação se coloca à disposição da comunidade de pais de alunos e do Governo do Distrito Federal para colaborar com a proposição de ações que minimizem os efeitos desta crise.

Ajudem-nos a continuar o diálogo com as Autoridades para buscar alternativas que possam minimizar os efeitos deste momento vivido na educação do DF.

ASPA-DF - ASSOCIAÇÃO DE PAIS DE ALUNOS DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO DO DF
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