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ESCOLA NÃO TEM PORTABILIDADE. NÃO MUDE DE ESCOLA, MUDE SUA ESCOLA!
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terça-feira, 13 de setembro de 2016

MENSALIDADE ESCOLAR/FACULDADE - 30 PERGUNTAS E RESPONTAS

Tudo que você queria saber sobre as regras das mensalidades escolares, mas que as instituições de ensino não respondem! 

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

EDUCAÇÃO DE SUPERDOTADOS

JORNAL DA JUSTIÇA -      Publicado em 12 de set de 2016

Crianças e adolescentes com altas habilidades, ou superdotados, têm direito a um ensino que atenda suas necessidades especiais. A garantia está prevista na Lei de Diretrizes e Base da Educação (LDB). Mas tanto as famílias como os próprios professores concordam que a atenção a esses jovens superinteligentes precisa melhorar.




Beijo gay causa polêmica

Funcionários de escola particular da AsaNorte são acusados de repreender aluno do lado defora do estabelecimento, e caso movimenta as redes sociais. Especialistas alertam que falta preparo para as instituições de ensino nessas questões


RAFAEL CAMPOS - LUIZ CALCAGNO - THIAGO SOARES  09/09/2016

A mobilização de alunos de um colégio particular da Asa Norte contra uma possível repressão a um beijo gay movimentou a internet. Segundo os relatos, um estudante foi flagrado, do lado de fora do prédio, beijando o namorado, que não estuda no local. Uma mãe teria visto e reclamado com funcionários da escola, que recriminaram o estudante. As postagens ainda diziam que a direção entrou em contato com os pais para relatar o envolvimento. O centro de ensino negou que tenha cometido qualquer ato de ofensa contra o casal ou ligado para os responsáveis. Especialistas acreditam que os centros de ensino não estão preparados para lidar com o assunto orientação sexual.

DF sem avanços no Ideb

DF sem avanços no Ideb

Brasília está entre as três unidades da Federação que não alcançaram sequer a meta estipulada para os anos iniciais do ensino fundamental. Situação é ainda mais preocupante no ensino médio, em que 15% dos estudantes estão no nível zero de proficiência.

 09/09/2016 14:31  ANA PAULA LISBOA.    


Quanto à reformulação do ensino médio

“Luis Claudio Megiorin, presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do Distrito Federal (Aspa-DF), se posiciona ceticamente quanto às mudanças propostas por Mendonça Filho. “Eu sou favorável à reformulação, mas não é por aí. Se o ensino médio está ruim, é porque o ensino fundamental não é bom. É preciso mexer em toda a estrutura, alfabetizar a criança na idade certa”, observa. O topo do ranking das melhores escolas públicas do DF nos anos iniciais e finais do ensino fundamental ficou com colégios militares (veja o quadro). O sistema não gera lista de classificação para o ensino médio nem para colégios particulares.

Escolas privadas

As escolas particulares do Distrito Federal nunca atingiram metas estabelecidas pelo Ideb. No ensino médio, a performance foi um ponto abaixo do ideal, ficou em 5,6. Nos anos finais do ensino fundamental, a disparidade foi de 0,9 ponto. Nas séries iniciais do ensino fundamental, a diferença foi a menor: de 0,2, registrando uma média de 7,1. Luis Claudio Megiorin, presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do Distrito Federal (Aspa-DF), acredita que, entre as 482 escolas particulares registradas na Secretaria de Educação do DF, há cerca de 20 de grande porte e bom desempenho. “O resto é um fiasco”, critica.

No entanto, ele analisa que a falta de transparência do MEC ao aplicar o Ideb na rede particular é um problema. “É preciso que a avaliação seja feita de forma censitária, como nas escolas públicas. Se não, os pais investem nos colégios no escuro”, percebe. Nessa rede, a coleta de dados é feita por amostragem. “O pensamento geral é o de que, se é escola particular, o ensino é bom, mas não é assim. Entre os destaques no Ideb, está uma escola pública em Sobral (CE), com pontuação 9,8. Sinceramente, não sei se teríamos alguma escola particular aqui com uma performance assim.”

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES DO DF NÃO SAEM BEM NO IDEB!

O Ministro de Educação, Mendonça Filho, afirmou nesta quinta-feira a necessidade de mudança no currículo do Ensino Médio, ao comentar o fiasco nos índices do Ideb. “Infelizmente, o Brasil está mal. Não é algo que a gente possa celebrar. Estamos muito distantes da educação de qualidade", admitiu Mendonça Filho, salientando que irá reforçar junto ao Congresso Nacional a aprovação de um projeto de lei que prevê uma reformulação do currículo do Ensino Médio.”

Sim, o Ensino Médio continua sendo um dos gargalos de nossa educação, segundo os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2015, divulgados nesta quinta-feira pelo INEP. Entretanto, a sua reformulação não será a panaceia para a solução  dos vergonhosos índices apontados pelo INEP na educação básica.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

INOVAÇÃO ALÉM DA TECNOLOGIA

EDUCAÇÃO 

Inovação além da tecnologia

Pesquisa mostra tendência de preocupação das escolas particulares com a adoção de práticas inovadoras de ensino

postado em 11/08/2016 18:05 / atualizado em 11/08/2016

"Luis Claudio Megiorin, presidente da Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (Aspa-DF), acredita que a inovação na avaliação seja o maior desafio das escolas. A competitividade, acirrada no ensino médio em razão da preparação para exames de seleção do ensino superior, é um dos fatores apontados por ele como dificultador de uma avaliação global. Segundo ele, os pais devem ficar atentos ao que é cobrado e informar à escola sobre eventuais discordâncias. “Se o pai não fizer isso, vai tirar a oportunidade da escola de rever a forma como ela avalia.” 


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

FLEXIBILIDADE NO ENSINO DO DF

Foto: Tiago Oliveira/SEDF/Divulgação
Quinta-feira, 4 de agosto de 2016

EDUCAÇÃO » Correio Braziliense

Camila Costa

(Começou a ser construído, no Guará, o Centro de Excelência Profissional Articulado)

Obras do centro no Guará. Outras três unidades devem ser erguidas, no Paranoá, em Santa Maria e em Brazlândia

Começou a ser construído, no Guará, o Centro de Excelência Profissional Articulado, que deve ficar pronto no início do próximo ano letivo. Serão ofertados três cursos técnicos, e os estudantes do ensino médio poderão escolher o percurso formativo que pretendem seguir

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O EFEITO REVERSO DA INCLUSÃO


Poucas vezes temos discordado do MP, mais precisamente da PROEDUC. Entretanto, a recomendação nº 9/2016 da Promotoria de Defesa da Educação, a meu ver,  não pode prosperar, em parte. A Recomendação impede a negativa de matrícula para pessoas com alguma deficiência e isso é correto. No entanto, veda que a escola imponha, pedagogicamente, limites por turma, de pessoas com deficiência e isso é questionável.

Ora, a questão da inclusão, antes de ser uma questão de justiça, é uma questão pedagógica. Não limitar o número de alunos com deficiência em sala de aula é antipedagógico e tal medida não é praticada em nenhum país onde a inclusão é levada a sério. Isso não ocorre nem nas nossas escolas públicas do DF, veja o que diz a ESTRATÉGIA DE MATRíCULA 2016, item 3.2, pg. 41. Veja o exemplo de um premiado professor brasileiro, Alexandre Lopes, que leciona na Flórida, EUA, e em sua classe parte dos alunos são especiais e parte “normais”, mas as suas turmas de PRÉ-ESCOLA não passam de 13 crianças, sendo cerca de 4 especiais, eis a razão do sucesso! Lá, limita-se o número de alunos especiais e não especiais!

NÚMERO DE ALUNOS POR SALA DE AULA

É certo que a lei não limita o número de alunos especiais, mas impõe que a inclusão seja feita de forma profissional e efetiva, dentro de critérios técnicos e não jurídicos. Assim, limitar o número de alunos de acordo com as suas necessidades especiais é fundamental para o ensino inclusivo. É uma questão também de lógica e bom senso para atender bem a quem tem necessidades especiais de aprendizado sem prejudicar os demais alunos, “neurotípicos”, que serão enriquecidos com a convivência com pessoas com alguma deficiência.
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terça-feira, 12 de julho de 2016

Escola é a extensão natural do lar


Tem razão um leitor que disse: “O politicamente correto não muda nossa maneira de ser, apenas faz com que a gente se cale”. Em nome da onda do politicamente correto muita barbaridade tem sido cometida, uma boa parte, inclusive, politicamente incorreta.
A laicidade do Estado manda que se retirem os crucifixos de todas as escolas e prédios públicos. Nas salas de aula, retiram a imagem de Jesus e em seu lugar colocam-se imagens de Guevara, Lenin ou Marx.

No carnaval, o desfile de mulheres nuas em público e transmissão pelas tevês para todo o país é uma manifestação cultural. Nesse caso, não se discute a proibição do nudismo explícito. Já amamentar o filho recém-nascido no banco da praça pública é atendado ao pudor. Exemplos como estes se encontram aos milhões hoje em dia.  O pior é que do silêncio acabrunhado de muitos, alguns poucos se aproveitam para impor pontos de vistas míopes, de um mundo cada vez mais bizarro.

A sociedade que temos hoje, com suas qualidades e defeitos, espelha o lar e a escola de origem. A escola representa a primeira sociedade em que o indivíduo se integra fora de casa. Neste ambiente muito particular, o indivíduo é ouvinte do mundo. Tudo capta, reproduz a convence os de casa.

Num mundo ideal, a escola seria a extensão natural do lar, alargada pelo convívio com os semelhantes. No mundo real é onde virtudes e vícios se acotovelam como numa feira, cada um com seu apelo próprio. O fato é que nossas escolas públicas reproduzem muito mais o pensamento de uma categoria -  como grupo fechado em torno de um sindicato -, do que o pensamento de pais, alunos e educadores.

Para não contraria a classe, a orientação pedagógica de nossas escolas prefere o caminho fácil ditado pela cartilha ideológica sindical que o de se apoiar nas ciências do ensino.

O ocaso das esquerdas no Brasil não é fato que se deva comemorar. O que se pode festejar, isso sim, é o fim de um tipo muito especial de esquerda, que busca nivelar e pasteurizar o indivíduo, moldando-o de acordo com a vontade pessoal de um grupo.

O apoderamento das escolas por vontade de um grupo sindical e algo danoso e com consequências a longo prazo. Fazer das escolas, como se tem visto, lugar de proselitismo ideológico e propaganda partidária tem por finalidade atender apenas uma parte ínfima da sociedade. Aqui, essa realidade se estende dos pequenos até os universitários.

A laicidade, o sentido de neutralidade, deve se estender além das questões religiosas e abranger também questões partidárias. Podem até tirar os crucifixos das paredes, mas é preciso que sejam retirados também a foice e o martelo. O que se quer são alunos que pensem com a própria cabeça, vejam com os próprios olhos e andem com os próprios pés. Isso é educar. Que venham mestres e educadores de verdade com vontade e talento. Abaixo os professores de palanque.


Retirado da Coluna de ARI CUNHA, Correio Braziliense, 12 de julho de 2016. Com Circe Cunha.

sábado, 9 de julho de 2016

A DISCUSSÃO SOBRE GÊNERO E DIVERSIDADE NAS ESCOLAS PÚBLICAS E PRIVADAS DO DF

O tema sobre discussão de gênero e diversidade nas escolas é altamente complexo e está longe de ser consenso. A maior dificuldade em esclarecer o assunto está nos múltiplos significados que o termo “gênero” pode receber, inclusive dentro de um mesmo contexto, por exemplo, na educação: o GÊNERO, como a maioria das pessoas entende, é a correspondência gramatical ao sexo feminino e masculino (biológico). A criança é gerada e se você fizer um ultrassom, com sorte, naquele dia, acusará a existência de um pênis ou uma vagina no bebê.

A grande celeuma dá-se quanto à outra abordagem de gênero, que é entendida, por alguns, no sentido de um alcance sociológico e cultural, o qual é desconectado da noção de sexo, ou seja, IDENTIDADE GÊNERO. Em outras palavras, é o sexo que a pessoa entende pertencer, mesmo que biologicamente seja diverso, pois ela se sente pertencente ao sexo oposto.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

TV UNB DIÁLOGOS - ESCOLA SEM PARTIDO

Recentemente a Faculdade de Educação da UnB, emitiu uma nota onde se posicionou contra o Projeto #EscolasSemPartido. A ASPA foi convidada para emitir sua opinião sobre o assunto. Nosso Consultor/Conselheiro Herbert Filho participou do diálogo com a brilhante Profa. Catarina Santos. 

Não queremos e não devemos amordaçar nossos professores, queremos que a escola seja um espaço plural e de debates. Impossível dissociar o pesamento político da educação e pedir neutralidade absoluta dos mestres. Entretanto, em sendo as escolas/faculdades, o locus de debate, é IMPERIOSO que nossos estudantes jamais sejam submetidos a somente uma visão de mundo, quer seja no campo político, religioso ou de gênero. Caso isso ocorra constaremos que o ambiente está contaminado por doutrinação, seja de esquerda ou de direita.

Assim, o estudante que se sentir vítima da doutrinação sistemática ou obrigado a fazer um trabalho para agradar o "doutrinador" e, em sendo prejudicado em sua avaliação, por violar seus princípios e valores, deve recorrer nos moldes da legislação e, no ensino básico, com suporte do Estatuto da Criança e do adolescente, art. 53, inciso III - direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;

A regra é a liberdade de cátedra, de opinião e liberdade de expressão. Sabemos que não todos os mestres que agem com intuito de doutrinar, de "fazer a cabeça" do estudante. No entanto, existe, sim, uma minoria de militantes que não se contêm em expor a sua opinião e o fazem dissociadas de outras realidades que não podem ser escondidas dos estudantes. Nesse sentido é que entendemos que a escolas não podem ser partidárias, assim como é exigida que, aquelas não confessionais, sejam laicas.

ASSISTA AO DIÁLOGO: Clique>


LEI DA MORDAÇA?

Escolas sem partido não é lei da mordaça

Não é bem isso, o Movimento Escola sem Partido é uma organização de pais e estudantes contra o uso das salas de aula e ambientes educacionais, tanto na educação básica quanto no ensino superior, para o proselitismo político, religioso e ideológico de qualquer natureza. O grupo existe desde 2004 e é coordenado por Miguel Nagib, Procurador de Justiça do Estado de São Paulo.
 Li praticamente todo o site e não vi ali nenhuma proposta de censura ou de cerceamento ao trabalho do professor ou de doutrinação de direita para escolas, professores ou alunos, como vem sendo acusado por algumas pessoas ou grupos. Pelo contrário, o que o Movimento defende é a garantia da pluralidade de visões a cerca de temas tratados em escolas e universidades. Há 3 pontos que gostaria de destacar no site:
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quarta-feira, 22 de junho de 2016

SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PRESTA CONTAS AO CEDF DO PRIMEIRO ANO DE MANDATO


Créditos da Foto: Tiago Oliveira ASCOM/SEDF
O Secretário de Educação, Júlio Gregório, participou da Sessão do Conselho de Educação, nesta terça, dia 21/06/16, a convite do Presidente do CEDF, Prof. Álvaro Domingues, para apresentar a prestação de contas de sua gestão referente ao ano de 2015. Na oportunidade, foi homologada a criação da Escola Superior de Magistério, mantida pela Fundação Universidade Aberta (Funab).

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Violência: estacionamentos de escolas na Asa Sul são alvos de bandidos

Três suspeitos rendem pai e filho em estacionamento interno de colégio da 913 Sul e foge com veículo, dinheiro, celular e relógio. O crime ocorreu logo no início da manhã, assim que as vítimas chegaram ao local. Clique>


PARTICIPAMOS TAMBÉM DE ENTREVISTA NA RÁDIO CBN, Gabriela Echenique.

BAND TV, Jornal Local, do dia 21/06/2016

segunda-feira, 13 de junho de 2016

PRIMEIRO ANO DO PLANO DISTRITAL DE EDUCAÇÃO É ANALISADO EM AUDIÊNCIA

Créditos da Foto: Reginaldo Veras Assess. Imprensa Isis Dantas
A Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa do Distrito Federal, realizou hoje, dia 13 de junho, uma audiência pública com o objetivo de discutir a aplicação do Plano Distrital de Educação – PDE e do Plano Nacional de Educação – PNE. O PDE, elaborado com base no PNE, entrou em vigor este ano, estabelecendo 21 metas e estratégias a serem implementadas num período de 10 anos.

O referido evento, proposto por iniciativa do Deputado Reginaldo Veras, contou ainda com a participação do Deputado Wasny de Roure, que presidiu parte da audiência.

Créditos da Foto: Reginaldo Veras Assess. Imprensa Isis Dantas
A ASPA/DF participou da composição da mesa, representada por sua vice-presidente, a Orientadora Educacional Gracy Florêncio que também reconheceu o esforço do atual governo do DF para colocar em prática a importantíssima meta número 1 do PDE, entretanto, ressaltou a carência de vagas nas creches, bem como a necessidade de melhorarmos a infraestrutura das escolas. Apesar de reconhecer as limitações de ordem econômica, com consequentes cortes de verbas da Educação, a ASPA mostrou-se confiante em relação à implementação do PDE, acreditando que a SEEDF fará o possível para que avanços importantes possam ocorrer nessa área.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

MAIS UMA VITÓRIA DA INCLUSÃO - STF JULGA IMPROCEDENTE AÇÃO DA CONFENEN!


Como havíamos previsto em nosso site no dia 25/11/2015, o STF, hoje, dia 09 de junho de 2016, julgou por maioria pela improcedência da ação, vencido o voto do Ministro Marco Aurélio. A ação foi ajuizada pela CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS ESTABELECIMENTOS DE ENSINO (CONFENEN),  representante das escolas privadas, contra a lei de inclusão MC na ADI 5357.

A maioria dos ministros seguiu o voto do Relator Min. Edson Fachin, que entende que a inclusão não cabe somente às escolas públicas, como defende a CONFENEN, e deve ser implementada desde já. Para os ministros, o combate ao preconceito e a igualdade deve ser vivido por todos os alunos, inclusive por aqueles das escolas privadas que devem conviver também com todos os tipos de deficiência.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

A VULNERABILIDADE DE NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES

#EstuproColetivo
Estou profundamente angustiado. Como pai, sinto uma enorme dor só de imaginar o martírio que essa menor passou na mão de 33 marginais que, sem dó ou piedade, torturaram-na de forma cruel. Quanto a esses marginais, para falar menos, penso que a castração seria pouco.

Quanto à menina que se fez mulher já aos 13 anos de idade, gostaria de tecer algumas observações. Já de pronto, não a culpo por esse episódio grotesco, entretanto, não posso deixar de levantar a culpa de alguns atores e situações que, direta ou indiretamente, contribuíram par essa tragédia.

Algumas conjecturas dos bastidores da vida dessa menina que, se não for exatamente assim, não está muito longe da realidade vivida por milhões de adolescentes:
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quinta-feira, 19 de maio de 2016

PROEDUC/MPDFT LANÇA CARTILHA - PRESTAÇÃO DE CONTAS NAS ESCOLAS

Créditos da Foto: José Evaldo Vilela/MPDFT
À esq. Megiorin,  Blal Yassine, Cátia Vergara, Leonardo Bessa, Márcia Rocha, André Oliveira e Joycemara Freitas.
O Diretor Presidente da ASPA e Conselheiro do CEDF, Luis Claudio Megiorin, participou ontem, 18/05, do lançamento da cartilha PRESTAÇÃO DE CONTAS NAS ESCOLAS, na sede do Ministério Público do DF – MPDFT. Megiorin representou os pais de alunos do DF e também o Presidente do Conselho de Educação – CEDF, prof. Álvaro Domingues.  

quinta-feira, 5 de maio de 2016

A ENFADONHA LEITURA DE TEXTOS E FALAS IMPREGNADOS POR QUESTÕES DE GÊNERO


Tem ficado chato e enfadonho ler os textos do MEC e ouvir falas de alguns professores, até nas redes sociais. É marcante a referências a gênero: TodAs e TodOs, professorAs e ProfessorEs, gestorAs e gestorEs, amigAs e amigOs, alunAs e alunOs , das(os), pais e mães, aquelA/E muitAs/Os, brasileirAs/Os, etc.

Outra tendência é eliminar qualquer referência a gênero. Tudo isso é uma histeria inútil que nada contribui para o verdadeiro respeito ao sexo feminino e aos homossexuais. Atualmente, estão usando “@” e “x” no final da palavra, para não se definir o sexo/gênero. Assim ficam: alunX, tod@s, estudantX.... ou frase como: “ a escola e suas/seus professor@s/professorxs”.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

GDF vai retirar as antenas de telefonia celular das escolas públicas.

GDF vai retirar as antenas de telefonia celular das escolas públicas.

DFTV 2ª EDIÇÃO 14/04/2016 19h42

02:19

O Governo do Distrito Federal está atendendo a uma recomendação do Ministério Público.

Nossos comentários:

Para a ASPA  a situação irregular já demonstra que juntamente com a questão da ilegalidade da instalação das antenas, vem junto o risco  à saúde da comunidade escolar que não pode ser mensurada.

O presidente da Aspa o advogado Luis Claudio Megiorin entende que a posição do Ministério Público visa a segurança da saúde das crianças e adolescentes. Megiorin lamenta a perda da verba auferida pelas escolas com os aluguéis, mas endente que isso não se justifica ante a possibilidade real dos malefícios das microondas. 


quinta-feira, 14 de abril de 2016


Creche recém-inaugurada na 204 Sul, em Brasília (Foto: TV Globo/Reprodução)

12/04/2016 21h46 - Atualizado em 12/04/2016 21h46
Por falta de água, aula é suspensa em creche da Asa Sul, no DF
Primeira vistoria ocorreu na sexta; problema foi percebido na última semana.
Associação diz que pais não têm onde deixar filhos e que há prejuízo.  Saiba mais>


Do G1 DF
Aulas foram suspensas desde segunda-feira (11) na creche da 204 Sul, em Brasília
(Foto: TV Globo/Reprodução)

FALTAM PROFESSORES?

Mais de 1,2 mil professores no DF atuam fora das salas de aula

Segundo relatório do Tribunal de Contas e do Ministério Público, profissionais são desviados para outras funções dentro da secretaria. Além disso, alunos e professores convivem com infraestrutura precária. Em Ceilândia, por exemplo, escola ficou sem atividades.
06/04/2016  Thiago Soares e Alexandre Santos
"Desvio
Segundo o presidente da Associação de Pais de Alunos das Instituições de Ensino (Aspa-DF), Luiz Claudio Megiorin, em 2013 foi feita uma representação no MPDFT alertando para um desvio de mais de 5 mil professores da rede pública. “É um problema que precisa ser resolvido. No mínimo, esses profissionais deveriam estar alocados na própria secretaria e não em outros órgãos. O sistema já sofre tanto para ter perdas significativas”, afirma."    Saiba mais>






segunda-feira, 28 de março de 2016

IDEOLOGIA DE GÊNERO: LEITURA OBRIGATÓRIA PARA OS PAIS!



Associação de pediatria dos EUA declara-se formalmente contra a ideologia de gênero.

#‎IdeologiaDeGênero é diferente do debate sobre gênero quanto ao respeito às diferenças entre sexo feminino e masculino.


Também é diferente de se respeitar a opção sexual multifacetada das pessoas e o respeito e tolerância que são corolários dos direitos humanos.

Questiona-se que a mudança de sexo (gênero) jamais pode ser ensinada pelas escolas às crianças e adolescentes, pois até o fim da puberdade a tendência de comportamentos podem ou não se confirmarem. A taxa de adequação ao sexo de nascença, segundo cientistas, é de até 98%. Então, a mudança de sexo por estimulação química ou cirúrgica é um grande risco para esse público.

Assim, qualquer ensino nas escolas a esse respeito é uma violação também dos direitos humanos e à proteção das crianças e adolescentes.

É justamente a difusão dessa liberdade de escolha das crianças, que não estão prontas para decidirem por mutilação ou agressão ao seu organismo é que temos que combater. Essa liberdade precoce é o que prega a ideologia de gênero que se dissemina pelo mundo e no Brasil.

ASPA-DF






quarta-feira, 23 de março de 2016

Tensão Política na Escola

Polarização cria 'bullying político' em escolas

Arquivo pessoal
23/03/2016


Menino de 8 anos foi hostilizado na escola de inglês ao usar camiseta com bandeira da Suíça

Uma camiseta com a bandeira da Suíça, país conhecido por sua neutralidade, teria feito com que um menino de 9 anos fosse xingado e ameaçado em uma escola de São Paulo. O motivo? A peça era vermelha.
Segundo seu pai, João – nome fictício – (*) saía de uma aula de inglês no começo de março quando colegas da mesma idade o chamaram de "petista" e disseram que deveria "ser espancado" e "jogado na rua".
O pai do menino descreveu a história do filho em sua página no Facebook. A postagem tem mais de 4.500 compartilhamentos.
"Fiquei muito assustado em ver as crianças repetindo um discurso de ódio", disse o pai à BBC Brasil.   Saiba mais>

sábado, 12 de março de 2016

MORTE NA UnB - UNIVERSIDADES FEDERAIS: TERRA DE NINGUÉM

foto: Reprodução/facebook
UNIVERSIDADES PÚBLICAS:
TERRA DE NINGUÉM

O violento assassinato de mais uma universitária, desta vez ocorrido dentro de um laboratório de biologia da Universidade de Brasília, mostra que as universidades no Brasil são territórios onde a liberdade é confundida com libertinagem e a segurança está longe de ser um pressuposto mínimo para assegurar a integridade física e moral dos nossos filhos.

Infelizmente, os anos de repressão do regime militar deixaram sequelas difíceis de serem apagadas na cultura que impera nos campi das universidades públicas brasileiras. A repressão de outrora deu lugar à extrema liberdade, inclusive de uso de álcool e drogas no ambiente acadêmico, o que é inaceitável. A presença da polícia causa ojeriza entre os estudantes baderneiros.

terça-feira, 8 de março de 2016

VOCÊ PASSOU REPELENTE NO SEU FILHO HOJE?



COMBATER E PROTEGER-SE DO MOSQUITO TRANSMISSOR É
DEVER DE TODOS

DENGUE, ZIKA e CHIKUNGUNYA podem levar à morte e às sequelas permanentes.



Está comprovado:
DENGUE: a primeira infecção já pode vir na forma hemorrágica, que é a mais grave. A pessoa pode ser contaminada mais de uma vez e evoluir para a hemorrágica. Pode levar à morte. Clique>
CHIKUNGUNYA: Em 70% dos casos pode se tornar crônica com dores e sintomas da doença sentidos por anos. Acomete preferencialmente pessoas mais jovens. Tem tirado milhões de pessoas de suas atividades normais. Clique> 
ZIKA: Dentre as consequências da contaminação pelo vírus, estão a Microcefalia e doença degenerativa. Clique> 

CUIDADOS BÁSICOS

- Esteja atento a possíveis criadouros do mosquito, água parada.
- Use repelente principalmente no início da manhã e a partir do final da tarde.
Instale telas mosqueteiros nas janelas de sua residência.

DICAS: Uma forma econômica é utilizar telas próprias (fibra de vidro ou poliester) e costurar velcro com gorgorão nas pontas e colar o outra parte do velcro (a áspera) ao redor das janelas para o contato. Se a janela for de madeira pode reforçar com grampos. A cola utilizada de deve ser a de sapateiro. O velcro e o gorgorão também podem ser colados na tela.

COMO COMEÇAR: meça as janelas e portas, compre o material e leve  para uma costureira costurar o velcro com gorgorão nas extremidades da tela. Depois instale nas janelas. Dá pra fazer isso até me vidro temperado.

terça-feira, 1 de março de 2016

Diálogos: Medidas de prevenção e combate ao bullying



BULLYING. Assista ao DIÁLOGO entre um advogado e uma Dra. em psicologia sobre O Programa Nacional de Combate à violência Sistemática.

O Presidente da Aspa e Conselheiro do Conselho de Educação do DF, Dr. Luis Claudio Megiorin e a Professora do Instituto de psicologia da UnB, Dra. Angela Uchoa Branco, dialogaram sobre a violência sistemática nas escolas sob a ótica da nova lei antibullying. Clique>.

Até que ponto a nova legislação será eficaz no combate ao bullying? Qual o papel da família nessa questão? Quais os pontos positivos e negativos da Lei?

Assista à matéria produzida nos estúdios da #TvUnB Clique>