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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

 

VOLTA ÀS AULAS EM MEIO À PANDEMIA DE COVID19/EPIDEMIA DE GRIPE

 

        Nesta segunda-feira (17/1), em virtude de aumento do número de  infectados pela COVID-19,  o GDF ampliou as medidas restritivas, que vai desde a proibição de uso de pistas de dança, como a suspensão de realização de eventos e shows.

        Contudo, a ASPA espera que, desta vez, as escolas sejam as últimas a fecharem, realmente ocorrendo apenas em casos de extrema necessidade. Vale lembrar que diversos países tiveram como prioridade reabrirem as escolas com a possibilidade de fecharem outros segmentos da economia, enquanto que países como Taiwan, Suécia e Nicarágua, mantiveram as escolas funcionando durante a pandemia.[1]

        Muito se aprendeu com essa pandemia, inclusive que as escolas são lugares seguros para nossos alunos, desde que sejam respeitadas todas as orientações das autoridades de saúde, além de possuir instrumentos para notificar e registrar casos de contaminação . Vimos que o índice de contágio nas escolas é baixo quando comparados a outros ambientes[2].

        E como está o planejamento de VOLTA ÀS AULAS EM MEIO À PANDEMIA DE COVID19/EPIDEMIA DE GRIPE? Temos uma dúvida com nossos estudantes, que ainda é creditado aos anos de 2020 e 2021. Por isso, a premente necessidade de que o retorno seja totalmente presencial, mas é necessário antever como ficará a reposição das aulas perdidas para os alunos que adoecerem e testarem positivo ou tiverem contato próximo a pessoas contaminadas com Covid ou H3N2 D?

        Com o fim das aulas remotas a distância, a Associação acredita que seja imperioso enfrentar esse problema que certamente ocorrerá por meio de  reposição das aulas perdidas, por alunos que tenham que se afastar das aulas no período de isolamento. Até porque o que se sabe até o momento sobre a ômicron é que ela acarreta menos casos fatais, ou que necessitem de internação, porém tem maior capacidade de transmissão, o que inevitavelmente atingirá também os estudantes, talvez em grande número, neste período de aumento de casos de ômicron e de gripe.

        Por isso, a Associação entende que se faz importante assegurar que as escolas continuem gravando as aulas, mesmo que não as transmitam, ao vivo, a fim de que os alunos, que eventualmente sejam acometidos pela COVID-19 ou pela gripe, não sejam prejudicados com a perda de conteúdo, especialmente os alunos do nível médio.

        Certo que a legislação correlata já prevê assistência aos alunos internados por longo período, mas o que estamos tratando aqui são de possíveis casos afetos à situação pandêmica, que exija afastamentos de até 15 dias.

        Sabendo da dificuldade de as escolas reporem as aulas perdidas torna  imperioso obter o posicionamento do CNE e também do CEDF a previsão para estas situações neste ano letivo de 2022, pois a cobertura que tínhamos de flexibilização na LDB se expirou em dezembro de 2021.

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